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O Programa MelhorAR, lançado pelo Ministério dos Transportes, chegou para acelerar a descarbonização do transporte brasileiro ao estabelecer diretrizes e coordenar órgãos para a redução do volume de gases poluentes provenientes de veículos de cargas e de passageiros. Outros mecanismos do programa serão a estimulação da cooperação nacional e internacional com organizações públicas e privadas para fortalecer a descarbonização no transporte e acompanhar e monitorar a execução deste projeto e os seus resultados.
Dentro dessa iniciativa, a Agência Nacional de Transportes Terrestres (ANTT) terá um papel muito importante. Em parceria com a Infra S.A., o órgão ficará responsável pela regulamentação e pelo monitoramento dos avanços do programa, revisando normas que incentivam a redução das emissões atmosféricas. Ademais, os dados do programa serão integrados ao Registro Nacional de Transportadores Rodoviários de Cargas (RNTRC), garantindo maior transparência e controle sobre as informações da frota que circula no país.
O Ministério dos Transportes (MT) também reforçou seu compromisso com a sustentabilidade ao participar do Infra Talks, evento realizado na B3, a Bolsa de Valores de São Paulo. A iniciativa, promovida em parceria com o MT, a Agência Nacional de Transportes Terrestres (ANTT) e o Instituto Brasileiro de Estudos Jurídicos da Infraestrutura (IBEJI), visa trazer uma série de encontros, especialistas e gestores públicos para debater o papel das concessões no desenvolvimento da infraestrutura nacional, com foco na sustentabilidade, inovação e resiliência climática. “O Ministério dos Transportes entende política de sustentabilidade como premissa para a organização da política pública. É considerar os desafios climáticos na modelagem dos projetos e obras públicas”, afirmou o subsecretário de Sustentabilidade da pasta, Cloves Benevides.
Os grupos privados também fazem a sua parte na descarbonização, como afirma Joyce Bessa, vice-presidente extraordinária para a Pauta ESG da Associação Nacional do Transporte de Cargas e Logística (NTC&Logística) e diretora da TransJordano: “Especialmente na redução das emissões de gases de efeito estufa. Isso se deve à necessidade de controlar o consumo de diesel para reduzir custos e o impacto ambiental”. Já José Alberto Panzan, presidente do Sindicato das Empresas de Transporte de Cargas de Campinas e Região (Sindicamp) e diretor da Anacirema Transportes, aborda as alternativas para um transporte mais limpo, como o uso crescente da inteligência artificial para a otimização de recursos, monitoramento e rastreamento, trazendo melhores alternativas em casos de adversidades climáticas.
Saiba mais nos sites Portal NTC, SETCESP e Ministério dos Transportes.
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